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Para crianças e adultos: os benefícios do ficar só e do ócio

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Sempre fui uma pessoa muito ativa daquelas que não pode ter um momento livre que já quer inventar alguma coisa para fazer. Também nunca gostei de ficar sozinha, sempre gostei de casa cheia. Para mim, não ter o que fazer me deixava ansiosa..o ócio raramente me agradou. Depois que morei fora..tive que aprender na marra a lidar com a solidão e a curtir a sair sozinha ou ficar em casa..curtindo qualquer programa comigo mesma.

Depois desse período melhorei um pouco com relação a isso..mas é claro que ainda me considero muito ativa..e prefiro não ter tempo para nada a ter muito tempo livre sem saber o que fazer com ele. Como acho que não aprendi a “lição” direito..a Joana chegou ..novamente para me ensinar que devo desacelerar a vida…que devo curtir as pequenas coisas..sem pressa. Devo aprender a sentir a vida.

Aprender a se curtir e a gostar de passar momentos sozinhas também fazem parte da elevação da autoestima. É uma lição de amor-próprio.

Outro dia uma amiga querida..me passou um texto que me gerou muito reflexão. Não só sobre mim, mas sobre como desejo criar minha filha. O texto está totalmente relacionado com os benefícios do ficar SÓ e do ócio. Claro, que tudo deve ser na medida…nem tédio demais, nem de menos!

Confira a seguir:

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Contardo Calligaris

A favor do tédio 

O que é mais ‘educativo’ para as crianças? A diversão? Ou a chance (forçada) de se entediar?

Alguns livros recentes tratam dos malefícios de nossa constante vontade de encontrar diversões. Como sugere o título de um deles, “The Distraction Addiction” , de Alex Pang (Little, Brown and Company), a vontade de se distrair seria um vício, uma forma de dependência.

Também, desde o começo do ano, leio artigos de revista sobre “os surpreendentes benefícios do fato de sentir tédio”.

Os livros não me pareceram imperdíveis. E os artigos nas revistas de grande circulação citam “pesquisas” por ouvir dizer. Mas tanto faz. O conjunto manifesta um novo clima, segundo o qual a necessidade de sermos entretidos e estimulados continuamente não tornaria nossa vida mais rica e variada –ao contrário, é possível que essa dispersão empobreça nossa experiência.

Já foi dito por evolucionistas que a sorte de nossa espécie foi sua fraqueza: enquanto passávamos horas a fio escondidos e calados nos arbustos, esperando as feras passarem, a imobilidade e o tédio forçados produziram o surgimento da consciência, do pensamento e da fantasia. Que tal aplicar essa hipótese no campo da educação?

O que é mais “educativo” para as crianças? A diversão? Ou a chance de se entediar?

Umberto Eco atribui ao filósofo Benedetto Croce uma frase que ele cita com frequência: “O primeiro dever dos jovens é o de se tornar velhos”. Esse slogan não tem como ser muito popular numa época em que o primeiro dever dos velhos é o de eles parecerem jovens. De fato, nesta nossa época, os adultos não ajudam os jovens a envelhecer; eles preferem mantê-los na mesma criancice que eles desejam para si.

Há pais agentes de viagem e relações-públicas, que, a cada dia, organizam programas “divertidíssimos” para seus rebentos. Esses pais procuram amigos para brincadeiras coletivas e oferecem, a jato contínuo, coquetéis de televisão, cinema, compras, videogames e até livros: qualquer coisa para evitar que a criança conheça a solidão e o enfado. Sabe-se lá quais pensamentos surgiriam numa mente entediada, não é?

Certo, é preciso estimular as crianças para que elas se desenvolvam na interação com o mundo. Mas o problema é que, sem tédio maçante, ninguém, criança ou adulto, consegue inventar para si uma vida interior. E para que serve uma vida interior? Se forem pensamentos aos quais recorremos quando não temos nada para fazer, não é mais simples a gente se manter ocupado e não precisar da tal vida interior?

O problema é que há uma boa parte da vida exterior que, sem vida interior, é totalmente insossa. Tomemos o exemplo do erotismo.

Está aberta até dia 12 de janeiro, no Metropolitan de Nova York, a exposição “Balthus: Cats and Girls” (Balthus: gatos e meninas). O catálogo, com o mesmo título, contém uma excelente introdução da curadora, Sabine Rewald.

Balthus (1908-2001) pintava com frequência gatos e meninas, juntos ou separados. Os gatos são ótimos administradores de seu tédio. Eles sabem se divertir quando a ocasião se apresenta, mas também sabem não fazer nada. Nisso, eles batem os cachorros, que sempre parecem aliviados quando finalmente têm algo para fazer.

Agora, esse dom da gestão do tédio, os gatos têm em comum com as meninas que Balthus pinta, que são todas, antes de mais nada, entediadas.

As longas sessões nas quais posavam para o pintor talvez servissem deliberadamente para produzir o tédio que Balthus queria pintar. Há as meninas quase vencidas pelo sono no meio da leitura, há as que jogam paciência no silêncio palpável da tarde numa casa de província francesa –todas parecem entregues a devaneios inquietantes.

A gente pode se indignar com a diferença de idade entre Balthus e suas modelos adolescentes, mas o fato é que os retratos das meninas são uma extraordinária ilustração de que o tédio e a indolência são as portas que levam aos pensamentos impuros.

Ou seja, é bem provável que a criança entediada tenha uma vida erótica adulta mais interessante do que a criança que cresceu de joguinho em joguinho, de amiguinho em amiguinho, de diversão em diversão.

O que me leva, aliás, a uma suspeita. Os pais que combatem o tédio dos filhos talvez estejam combatendo possíveis “pensamentos impuros” –videogames, filmes, amigos, tablets e futebol, tudo contra o espantalho da masturbação, que espreita a criança entediada e solitária.

Agora, sem pensamentos impuros na criança, o que será o erotismo do adulto no qual essa criança se tornará? Um erotismo sem vida interior, talvez.

ccalligari@uol.com.br

@ccalligaris

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Mais Malalas, please!

Este sábado em meio a uma feijoada cheia de crianças me deparei com algo triste ou, no mínimo, angustiante. Ouvir uma garota de sete anos cantar: “Prepara, que agora o show das poderosas..”. Não..não quero parecer chata ou dizer “ah na minha época era diferente..as meninas tinham mais infância e bla, bla bla”.

Na realidade, acredito que na minha época também tinham essas figuras femininas sensualizadas que influenciavam o público infanto-juvenil e adolescentes em geral como as Spice Girls e Britney Spears. Mas o que me pergunto é  até quando a indústria midiática vai ficar reciclando esses modelos de erotização, de beleza, etc.?

Ando com tanta preguiça disso tudo..de ver programas de TV em que mostram meninas com cabelo cacheados fazendo chapinha…ou com sombra nos olhos de tom azul… ou em ver garotas recém-saídas da infância já usando batons em tom vermelho ou vinho (sério já vi diversas vezes no shopping!)…porque está na moda.. ou em que meninos e meninas brancas são sempre heróis… enfim..a lista é grande de padrões ridículos e preconceituosos que a mídia tem apresentado por várias gerações.

Fico me perguntando se alguns desses jovens conhecem Malala Yousafzai. Uma pasquitaneza de 16 anos que se tornou conhecida no mundo todo há cerca de um ano após ter sido baleada na cabeça por Talibãs pelo motivo de defender a educação feminina em seu país.

Ela sobreviveu ao atentado, felizmente, e hoje vive na Inglaterra com sua família. Malala foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz recentemente. No entanto, a Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq) levou a premiação deste ano.

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Ainda assim, por que não podemos ter como modelos pessoas como Malala? Não vende? É pelo fato dela ser muçulmana? Por que a mídia não vai além e vê o que há de potencial na história dessa adolescente? Por que não mostrar a relevância de se engajar desde jovem, de se desenvolver um senso crítico e político acerca das coisas..? Enfim..apenas um desabafo!

Obviamente, os pais contam com papel primordial nisso tudo. Quem é pai e mãe sabe …são os principais modelos e exemplos para os filhos. Cabe a nós orientarmos e estarmos presentes para que padrões produzidos pela indústria fonográfica, em especial, não sejam potencializados na cabeça dos pequenos.

Vamos ajudar a romper esse ciclo!

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Momento da Creche: adaptação para a criança e família

adaptacao-escolarDecidir o momento de matricular seu filho na creche é uma decisão difícil. Após ter optado por ficar um tempo sem trabalhar para cuidar e curtir esse momento com a Joana é chegada a hora de voltar para o mercado de trabalho.

Como terei que retornar em breve, eu e meu esposo decidimos colocar nossa filhota um pouco antes na creche para que nós duas pudéssemos nos adaptar a nova rotina.

Eis o motivo de tanto tempo sem postar nada. Joana começou a adaptação no início de setembro e, de lá para cá, foram muitas etapas vencidas e expectativas superadas.

Sabemos que cada criança tem um tempo de adaptação. Umas levam apenas alguns dias e logo estão à vontade com os novos horários e pessoas. Por outro lado, algumas crianças levam um pouco mais de tempo. Tudo depende de uma série de aspectos, da faixa etária, do método de adaptação utilizado pela escola e da forma como é acolhida. Saber lidar com as expectativas nesta fase é muito importante. Digo por experiência própria!

Nos primeiros dias Joana estava hiper bem e comendo. Já na semana seguinte – a semana “caiu a ficha” – foi diferente: não comia direito e tinha momentos tranquilos e de muito choro. Fiquei arrasada porque criei falsas expectativas no início por acreditar que a adaptação dela não seria muito difícil.

Na realidade, sentia muita culpa por pensar que estava gerando algum tipo de sofrimento na minha filha. Cheguei a me questionar e a conversar com meu marido se aquele era realmente o momento certo, se não tinhamos acelerado as coisas…e que talvez ainda não estava na hora da Joana. Pensamos em mudar o horário, passá-la para de tarde porque achávamos que de repente não tinha rolado empatia entre ela e as professoras. Enfim… pensamos e conversamos muito.

Passados cerca de 15 dias (sendo que Joana adoeceu neste intervalo) decidimos ir conversar com a coordenadora de expor nossas preocupações e ansiedades. Ela nos apoiou e explicou de forma detalhada como acontecia esse período de adaptação para criança e pediu mais alguns dias para vermos como seria a evolução dela. Após sairmos reconfortados e mais confiantes decidimos manter a nossa pequena na creche e esperar pacientemente pelo momento dela.

Foram momentos difíceis para mim. Não conseguia pensar em nada que não fosse na Joana. Fiquei para baixo e ao deixá-la me sentia triste…mas até que finalmente o dia dela chegou! Antes do mês acabar ela desabrochou. A sensação foi maravilhosa em ver sua filha se divertindo e interagindo sem ter você por perto! Uma sensação de dever cumprido..mais uma etapa vencida! Yeah!

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Enquanto pensava neste post e em compartilhar com vocês essa experiência..achei que seria válido dar algumas dicas para pais de primeira viagem como nós:

1. Esteja seguro em relação à escolha da creche. É importante confiar nas pessoas que cuidarão do seu filho. Isso também passa mais confiança para a criança.

2.Avalie se o método de adaptação da escola é compatível com o que deseja.

3.Se for possível, matricule seu filho em alguma creche perto de casa ou do trabalho para que qualquer eventualidade você possa chegar rapidamente ao local. Ainda mais na fase de adaptação.

4.Converse com seu filho no caminho para a escola e explique para onde ele está indo. Prepare-o. Mesmo muito pequenos e sem falar direito..acredito que as crianças conseguem compreender muitas coisas.

5. Depois que pegar o filhote na escola procure dar atenção..conversar e brincar. Afinal, ele ficou parte do dia sem você. Fazer um mimo e dizer que estava com saudades é altamente recomendável! hehe

Encontrei também este artigo que dá um panorama completo sobre como se dá o acolhimento e adaptação para crianças, famílias e métodos de planejamento usados pela escola. Vale a leitura com certeza! Espero que gostem!

 

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Já nasceu?! É mudança que não acaba mais…

Depois que me tornei mãe e várias amigas também..um assunto recorrente tem sido a dificuldade dos maridos em assimilar a nova tarefa. Do outro lado, os papais de primeira viagem se defendem e dizem que são tantas as mudanças na vida do casal e nas prioridades que às vezes fica difícil de assimilar tudo tão rapidamente.

Minha experiência não foi diferente. Tanto eu (sim, me incluo nesta!!) quanto o meu marido tivemos um choque de realidade com a chegada da Joana. Comigo o choque não foi tão grande porque a mãe leva nove meses gerando um bebezinho ..acontecem mudanças físicas e emocionais..tudo ao mesmo tempo. Com os papais, apesar de também estarem “grávidos” (leia aqui sobre alguns mitos sobre a paternidade), às vezes a ficha só cai mesmo quando o filho nasce. Aí vem uma avalanche de sentimentos de uma só vez para os coitados assimilarem!

A partir daí é que acredito que a paternidade realmente começa a aflorar…para uns esse processo é mais rápido e para outros demora um pouco mais. Artur sempre me ajudou com a Joana, mas, algumas vezes, eu morta de cansada e exausta por conta das noites mal dormidas em consequência das cólicas e amamentação exclusiva…ainda tinha que ouvir no outro dia do maridão: “Ah amor, você não pode trocar essa fralda pra mim? “. Nossa, subia o sangue!

Como qualquer casal…tivemos nossas discussões, mas aos poucos as coisas foram melhorando e com o tempo ele foi entendendo que a vida mudou e que não importasse nossas condições, se estávamos cansados, felizes ou tristes, com saúde ou doentes..a nossa filha precisava da gente e só podia contar conosco!

Algo que auxiliou muito a nossa família no entendimento dessas mudanças de prioridades e determinação de papeis foi o livro de Laura Gutman (clique aqui para saber mais). A intenção do livro não é ser um manual, mas a autora demonstra a importância, por exemplo, do papel do pai (ou qualquer outra pessoa que desempenhe essa função) na separação emocional de mãe e filho, o que segundo Gutman, acontece por volta dos dois anos de idade da criança.

Com esse último Dia dos Pais fiz uma retrospectiva aqui na minha cabeça de como estamos mais unidos e em sintonia. Eu já sabia que Artur seria um paizão, mas me surpreendo a cada dia em como ele é intuitivo.. às vezes até mais do que eu..e de como é presente e participativo na vida da Joana..mesmo quando está longe e viajando está sempre antenado com a rotina dela. Me pergunta se ela tomou a vacina direitinho e como foi o dia dela.

Fico radiante em ver isso tudo porque sei que no mundo de hoje..ser pai e mãe..de maneira realmente participativa na vida dos filhos está cada vez mais difícil. Muitas vezes as pessoas não querem abrir mão de suas vidas, profissional, etc, pelos filhos. É claro que é necessário um equilíbrio: buscar a realização pessoal, mas sem esquecer dos filhos..de dar amor e, principalmente, valores.

Ter filhos é muita doação e renúncia.. tanto do pai quanto da mãe. Realmente é difícil de entender tantas mudanças com o nascimento deles, mas felizmente acho que aqui em casa entendemos essa lição. Que venham as próximas!!

Dedico este post aos grande amores da minha vida…

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Uso da internet por crianças e jovens

redes1Em meio a uma leitura da revista Carta na Escola, publicação que reúne matérias da revista CartaCapital com temas da atualidade para debate em sala de aula, me deparei com um texto bem interessante sobre o uso da internet por crianças e jovens no Brasil. A reportagem (leia na íntegra) destaca a pesquisa “TIC Kids Online Brasil 2012 – O Uso da Internet por Crianças e Adolescentes no Brasil“, em que foi comprovado que  o primeiro acesso à internet no País acontece, em média, entre os nove e dez anos de idade.

O estudo realizado pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação aponta ainda as dificuldades das escolas em se adequarem ao perfil desses jovens antenados e que buscam métodos de aprendizagem além das abordagens pedagógicas convencionais. Outro ponto interessante destacado na matéria é a dispariedade da inclusão digital no Brasil e como isso tem influenciado no acesso democrático à internet.

“A inclusão digital de jovens não depende da aplicação da tecnologia a políticas pedagógicas somente. É possível até mesmo dizer que nisto não há muita diferença entre escolas públicas e privadas, pois as privadas podem até estar mais à frente no sentido de ensinar os alunos a manipular o computador, mas também não utilizam os recursos digitais para criar novas propostas de ensino, como utilizar um game para resolver uma equação de segundo grau”, explica Regina de Assis, mestre e doutora em Educação pela Universidade de Harvard e pela Universidade de Colúmbia e consultora em mídia e educação. (Trecho da reportagem da revista Carta na Escola). 

Falando agora da pesquisa, de forma mais detalhada, um ponto que me chamou a atenção foi o tópico “Uso Seguro da Internet”, que fornece dicas e recomendações para pais e responsáveis sobre como ajudar crianças e adolescentes a adotarem uma postura preventiva. Eis um trecho do estudo a seguir:

O primeiro passo para se prevenir dos riscos relacionados ao uso da Internet é estar ciente de que ela não é “virtual”. Tudo o que ocorre ou é realizado por meio da Internet é real: os dados são reais, e as empresas/pessoas com as quais interagimos são as mesmas que estão fora dela.
Desta forma, os riscos aos quais estamos expostos ao usá-la são os mesmos presentes em nosso dia a dia, e os golpes que são aplicados por meio dela são similares àqueles que ocorrem na rua ou por telefone (Retirado das págs. 70 e 71 da pesquisa em – “Recomendações de Segurança”). 

[…]

Algumas atitudes que pais ou responsáveis podem tomar para proteger seus filhos dos riscos de uso da Internet são:
• Manter o computador em um local público da casa (por exemplo, na sala ou próximo à cozinha). Assim, mesmo a distância, é possível observá-los, orientá-los e participar juntamente com eles das atividades;
• Configurar a função “controle para pais” disponibilizado em alguns sistemas para tentar evitar que os filhos tenham contato com conteúdo indevido;
• Alguns jogos bastante apreciados pelos filhos permitem que você controle as ações que eles podem tomar e podem auxiliá-lo a protegê-los 

Para quem quiser se aprofundar no tema desse estudo é bem interessante e traz diversos indicadores sobre local, frequência e atividades realizadas pela internet por crianças e adolescentes, dentre outros assuntos como a importância da implementação de políticas públicas voltadas para a inclusão digital. Se tiver um tempo, vale muito a leitura!

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Dicas de leituras

Atualmente conto com dois livros de cabeceira e gostaria de compartilhar com vocês. O primeiro é o Livro da Maternagem, da Dra. Relva, que apesar do formato “bíblia” é bem gostoso de ler e conta com capítulos pequenos e sobre os mais variados assuntos. Ele é voltado não apenas para as famílias como também para profissionais da saúde. Achei bem completão e atual..conta até mesmo com temas como alienação parental e bullying. Me tranquilizei bastante quando comecei a ler e sanei várias dúvidas.

Já o segundo livro – A maternidade e o encontro com a própria sombra, da autora Laura Gutman – complementa e aprofunda bastante o conteúdo compilado pela Dra. Relva sobre maternidade consciente. Também se destaca por trazer temas desde à gravidez, à importância do pai na separação emocional de mãe e filho até questões relacionadas à mãe e a volta ao trabalho. No entanto, o grande diferencial do livro são os estudos de casos..que atuam como exemplos concretos do que Gutman descreve ao longo do capítulo. Achei excelente porque fica mais fácil o entendimento e algumas vezes até me identifiquei com alguns acontecimentos. Além disso, a autora é muito sensível e aponta como esse resgate com a própria intuição e com a experiência da maternidade pode determinar o vínculo emocional e afetivo com os filhos.Enfim, vale muito a leitura! 

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Missão: escolha da creche/escolinha

É chegado o momento de colocar o (a) filho (a) na escola e aí você começa a pesquisar, fazer planilhas de gastos, avaliar qual é o melhor método, enfim..a lista é grande dos itens a serem observados. Comecei a busca por uma creche/escolinha para a minha filhota ainda em junho. A ideia é colocá-la em 2014, mas como em Brasília as escolas voltadas para educação infantil estão extremamente concorridas..e o período de matrícula costuma acontecer entre outubro e novembro do ano anterior..dei início à pesquisa.

Nas minhas visitas às escolas escolhidas fiquei atenta aos seguintes aspectos:

* Missão e Valores estimulados pela escola por meio de atividades junto às crianças (vale frisar que em algumas visitas às escolas.. o tema por vezes não foi sequer mencionado por alguns educadores/ coordenadores pedagógicos.., apenas quando perguntei foi falado,  o que achei um tremendo absurdo!)

-Nível de segurança do ambiente escolar (acesso aos visitantes; estrutura apropriada para crianças como banheiros adaptados; segurança dos brinquedos e localidade das piscinas; existência de enfermaria e procedimento dado ao uso de medicamentos dentro da escola) ;

-Limpeza e organização de cozinhas, banheiros e nas áreas comuns da escola;

-Metodologia pedagógica (No meu caso, optei por uma com método e filosofia Montessori);

-Localidade e Preço (Claro que podemos tentar o melhor custo-benefício, mas vamos não levar só isso em consideração né?! Afinal, nossos filhos merecem o melhor em termos de educação).

Bom, eu e meu marido já escolhemos a escola e ficamos muito felizes com a nossa decisão! Estamos ansiosos e esperamos que a nossa pequena Joana se adapte bem e faça muitos amigos!!