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Aplicativos para crianças

No mundo de hoje a tecnologia está tão imersa em nossas vidas que nem percebemos. Apesar da necessidade de controle, as crianças já crescem em meio a muita informação, internet, celulares, computadores, tablets, etc. Os avós, tios e os próprios pais ficam impressionados pela rapidez e facilidade de aprendizado desta nova geração de pequenos!

A Apple conta com alguns aplicativos voltado para o público infantil. Uma gama variada de apps para o aprendizado das cores, do alfabeto, de matemática, dos animais e até quebra-cabeças. Alguns dos aplicativos são gratuitos!

Veja o ícone de alguns aplicativos abaixo:

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Já nasceu?! É mudança que não acaba mais…

Depois que me tornei mãe e várias amigas também..um assunto recorrente tem sido a dificuldade dos maridos em assimilar a nova tarefa. Do outro lado, os papais de primeira viagem se defendem e dizem que são tantas as mudanças na vida do casal e nas prioridades que às vezes fica difícil de assimilar tudo tão rapidamente.

Minha experiência não foi diferente. Tanto eu (sim, me incluo nesta!!) quanto o meu marido tivemos um choque de realidade com a chegada da Joana. Comigo o choque não foi tão grande porque a mãe leva nove meses gerando um bebezinho ..acontecem mudanças físicas e emocionais..tudo ao mesmo tempo. Com os papais, apesar de também estarem “grávidos” (leia aqui sobre alguns mitos sobre a paternidade), às vezes a ficha só cai mesmo quando o filho nasce. Aí vem uma avalanche de sentimentos de uma só vez para os coitados assimilarem!

A partir daí é que acredito que a paternidade realmente começa a aflorar…para uns esse processo é mais rápido e para outros demora um pouco mais. Artur sempre me ajudou com a Joana, mas, algumas vezes, eu morta de cansada e exausta por conta das noites mal dormidas em consequência das cólicas e amamentação exclusiva…ainda tinha que ouvir no outro dia do maridão: “Ah amor, você não pode trocar essa fralda pra mim? “. Nossa, subia o sangue!

Como qualquer casal…tivemos nossas discussões, mas aos poucos as coisas foram melhorando e com o tempo ele foi entendendo que a vida mudou e que não importasse nossas condições, se estávamos cansados, felizes ou tristes, com saúde ou doentes..a nossa filha precisava da gente e só podia contar conosco!

Algo que auxiliou muito a nossa família no entendimento dessas mudanças de prioridades e determinação de papeis foi o livro de Laura Gutman (clique aqui para saber mais). A intenção do livro não é ser um manual, mas a autora demonstra a importância, por exemplo, do papel do pai (ou qualquer outra pessoa que desempenhe essa função) na separação emocional de mãe e filho, o que segundo Gutman, acontece por volta dos dois anos de idade da criança.

Com esse último Dia dos Pais fiz uma retrospectiva aqui na minha cabeça de como estamos mais unidos e em sintonia. Eu já sabia que Artur seria um paizão, mas me surpreendo a cada dia em como ele é intuitivo.. às vezes até mais do que eu..e de como é presente e participativo na vida da Joana..mesmo quando está longe e viajando está sempre antenado com a rotina dela. Me pergunta se ela tomou a vacina direitinho e como foi o dia dela.

Fico radiante em ver isso tudo porque sei que no mundo de hoje..ser pai e mãe..de maneira realmente participativa na vida dos filhos está cada vez mais difícil. Muitas vezes as pessoas não querem abrir mão de suas vidas, profissional, etc, pelos filhos. É claro que é necessário um equilíbrio: buscar a realização pessoal, mas sem esquecer dos filhos..de dar amor e, principalmente, valores.

Ter filhos é muita doação e renúncia.. tanto do pai quanto da mãe. Realmente é difícil de entender tantas mudanças com o nascimento deles, mas felizmente acho que aqui em casa entendemos essa lição. Que venham as próximas!!

Dedico este post aos grande amores da minha vida…

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Dicas de leituras

Atualmente conto com dois livros de cabeceira e gostaria de compartilhar com vocês. O primeiro é o Livro da Maternagem, da Dra. Relva, que apesar do formato “bíblia” é bem gostoso de ler e conta com capítulos pequenos e sobre os mais variados assuntos. Ele é voltado não apenas para as famílias como também para profissionais da saúde. Achei bem completão e atual..conta até mesmo com temas como alienação parental e bullying. Me tranquilizei bastante quando comecei a ler e sanei várias dúvidas.

Já o segundo livro – A maternidade e o encontro com a própria sombra, da autora Laura Gutman – complementa e aprofunda bastante o conteúdo compilado pela Dra. Relva sobre maternidade consciente. Também se destaca por trazer temas desde à gravidez, à importância do pai na separação emocional de mãe e filho até questões relacionadas à mãe e a volta ao trabalho. No entanto, o grande diferencial do livro são os estudos de casos..que atuam como exemplos concretos do que Gutman descreve ao longo do capítulo. Achei excelente porque fica mais fácil o entendimento e algumas vezes até me identifiquei com alguns acontecimentos. Além disso, a autora é muito sensível e aponta como esse resgate com a própria intuição e com a experiência da maternidade pode determinar o vínculo emocional e afetivo com os filhos.Enfim, vale muito a leitura! 

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Missão: escolha da creche/escolinha

É chegado o momento de colocar o (a) filho (a) na escola e aí você começa a pesquisar, fazer planilhas de gastos, avaliar qual é o melhor método, enfim..a lista é grande dos itens a serem observados. Comecei a busca por uma creche/escolinha para a minha filhota ainda em junho. A ideia é colocá-la em 2014, mas como em Brasília as escolas voltadas para educação infantil estão extremamente concorridas..e o período de matrícula costuma acontecer entre outubro e novembro do ano anterior..dei início à pesquisa.

Nas minhas visitas às escolas escolhidas fiquei atenta aos seguintes aspectos:

* Missão e Valores estimulados pela escola por meio de atividades junto às crianças (vale frisar que em algumas visitas às escolas.. o tema por vezes não foi sequer mencionado por alguns educadores/ coordenadores pedagógicos.., apenas quando perguntei foi falado,  o que achei um tremendo absurdo!)

-Nível de segurança do ambiente escolar (acesso aos visitantes; estrutura apropriada para crianças como banheiros adaptados; segurança dos brinquedos e localidade das piscinas; existência de enfermaria e procedimento dado ao uso de medicamentos dentro da escola) ;

-Limpeza e organização de cozinhas, banheiros e nas áreas comuns da escola;

-Metodologia pedagógica (No meu caso, optei por uma com método e filosofia Montessori);

-Localidade e Preço (Claro que podemos tentar o melhor custo-benefício, mas vamos não levar só isso em consideração né?! Afinal, nossos filhos merecem o melhor em termos de educação).

Bom, eu e meu marido já escolhemos a escola e ficamos muito felizes com a nossa decisão! Estamos ansiosos e esperamos que a nossa pequena Joana se adapte bem e faça muitos amigos!!