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Acessórios geniais para mamães e bebês

Estava fazendo uma busca pela internet e acabei achando uma  página que fazia ranking de produtos úteis ou, no mínimo, curiosos e geniais relacionados aos bebês e à maternidade! Selecionei os que gostei mais!

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Informações no site : mobisante.com . Achei interessante, mas acho que é um produto mais técnico e voltado para quem tem conhecimentos na área de saúde.

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Mais detalhes aqui

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Achei útil ainda mais em casos quando a criança já está um pouco grandinha e recusa tomar algum remédio. Eu procuro não forçar..sempre tento conversar com a Joana..explicar que é para o “dodói melhorar”, etc..(Normalmente, depois de um processo de convencimento e de muita paciência..do nada, ela vai e abre a boca).

O produto pode ajudar a evitar estresses para crianças e pais..principalmente em casos extremos..em que a criança..cospe ou vomita. O remédio ao ser misturado no suco fica com o sabor mais ameno. Acredito que a grande vantagem é que ter um compartimento ajuda a saber quanto exatamente seu filho ingeriu o medicamento…diferente de apenas jogar o remédio dentro do copo. Mais infos aqui .

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Poxa..eu não conhecia! Mas vou providenciar logo alguns..sai muito mais barato! Sem dizer que às vezes tem aquela peça de roupa fofinha e que a gente ama…e fica curta ou pequena. Aí da para aproveitá-la mais um pouquinho hihihi. Basta colocar no Google que você encontra inúmeras lojas que vendem a peça.

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Para quem deseja viajar…acho que é bem útil e mais confortável para o bebê e mamãe, especialmente, por conta destas cadeiras apertadinhas dos aviões!kkk. A cadeirinha suporta até cerca de 11 kg. Pena que minha filhota já ta com quase 10 kg. Mais detalhes, aqui.

Bom é isso, espero que tenham gostado!

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Para crianças e adultos: os benefícios do ficar só e do ócio

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Sempre fui uma pessoa muito ativa daquelas que não pode ter um momento livre que já quer inventar alguma coisa para fazer. Também nunca gostei de ficar sozinha, sempre gostei de casa cheia. Para mim, não ter o que fazer me deixava ansiosa..o ócio raramente me agradou. Depois que morei fora..tive que aprender na marra a lidar com a solidão e a curtir a sair sozinha ou ficar em casa..curtindo qualquer programa comigo mesma.

Depois desse período melhorei um pouco com relação a isso..mas é claro que ainda me considero muito ativa..e prefiro não ter tempo para nada a ter muito tempo livre sem saber o que fazer com ele. Como acho que não aprendi a “lição” direito..a Joana chegou ..novamente para me ensinar que devo desacelerar a vida…que devo curtir as pequenas coisas..sem pressa. Devo aprender a sentir a vida.

Aprender a se curtir e a gostar de passar momentos sozinhas também fazem parte da elevação da autoestima. É uma lição de amor-próprio.

Outro dia uma amiga querida..me passou um texto que me gerou muito reflexão. Não só sobre mim, mas sobre como desejo criar minha filha. O texto está totalmente relacionado com os benefícios do ficar SÓ e do ócio. Claro, que tudo deve ser na medida…nem tédio demais, nem de menos!

Confira a seguir:

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Contardo Calligaris

A favor do tédio 

O que é mais ‘educativo’ para as crianças? A diversão? Ou a chance (forçada) de se entediar?

Alguns livros recentes tratam dos malefícios de nossa constante vontade de encontrar diversões. Como sugere o título de um deles, “The Distraction Addiction” , de Alex Pang (Little, Brown and Company), a vontade de se distrair seria um vício, uma forma de dependência.

Também, desde o começo do ano, leio artigos de revista sobre “os surpreendentes benefícios do fato de sentir tédio”.

Os livros não me pareceram imperdíveis. E os artigos nas revistas de grande circulação citam “pesquisas” por ouvir dizer. Mas tanto faz. O conjunto manifesta um novo clima, segundo o qual a necessidade de sermos entretidos e estimulados continuamente não tornaria nossa vida mais rica e variada –ao contrário, é possível que essa dispersão empobreça nossa experiência.

Já foi dito por evolucionistas que a sorte de nossa espécie foi sua fraqueza: enquanto passávamos horas a fio escondidos e calados nos arbustos, esperando as feras passarem, a imobilidade e o tédio forçados produziram o surgimento da consciência, do pensamento e da fantasia. Que tal aplicar essa hipótese no campo da educação?

O que é mais “educativo” para as crianças? A diversão? Ou a chance de se entediar?

Umberto Eco atribui ao filósofo Benedetto Croce uma frase que ele cita com frequência: “O primeiro dever dos jovens é o de se tornar velhos”. Esse slogan não tem como ser muito popular numa época em que o primeiro dever dos velhos é o de eles parecerem jovens. De fato, nesta nossa época, os adultos não ajudam os jovens a envelhecer; eles preferem mantê-los na mesma criancice que eles desejam para si.

Há pais agentes de viagem e relações-públicas, que, a cada dia, organizam programas “divertidíssimos” para seus rebentos. Esses pais procuram amigos para brincadeiras coletivas e oferecem, a jato contínuo, coquetéis de televisão, cinema, compras, videogames e até livros: qualquer coisa para evitar que a criança conheça a solidão e o enfado. Sabe-se lá quais pensamentos surgiriam numa mente entediada, não é?

Certo, é preciso estimular as crianças para que elas se desenvolvam na interação com o mundo. Mas o problema é que, sem tédio maçante, ninguém, criança ou adulto, consegue inventar para si uma vida interior. E para que serve uma vida interior? Se forem pensamentos aos quais recorremos quando não temos nada para fazer, não é mais simples a gente se manter ocupado e não precisar da tal vida interior?

O problema é que há uma boa parte da vida exterior que, sem vida interior, é totalmente insossa. Tomemos o exemplo do erotismo.

Está aberta até dia 12 de janeiro, no Metropolitan de Nova York, a exposição “Balthus: Cats and Girls” (Balthus: gatos e meninas). O catálogo, com o mesmo título, contém uma excelente introdução da curadora, Sabine Rewald.

Balthus (1908-2001) pintava com frequência gatos e meninas, juntos ou separados. Os gatos são ótimos administradores de seu tédio. Eles sabem se divertir quando a ocasião se apresenta, mas também sabem não fazer nada. Nisso, eles batem os cachorros, que sempre parecem aliviados quando finalmente têm algo para fazer.

Agora, esse dom da gestão do tédio, os gatos têm em comum com as meninas que Balthus pinta, que são todas, antes de mais nada, entediadas.

As longas sessões nas quais posavam para o pintor talvez servissem deliberadamente para produzir o tédio que Balthus queria pintar. Há as meninas quase vencidas pelo sono no meio da leitura, há as que jogam paciência no silêncio palpável da tarde numa casa de província francesa –todas parecem entregues a devaneios inquietantes.

A gente pode se indignar com a diferença de idade entre Balthus e suas modelos adolescentes, mas o fato é que os retratos das meninas são uma extraordinária ilustração de que o tédio e a indolência são as portas que levam aos pensamentos impuros.

Ou seja, é bem provável que a criança entediada tenha uma vida erótica adulta mais interessante do que a criança que cresceu de joguinho em joguinho, de amiguinho em amiguinho, de diversão em diversão.

O que me leva, aliás, a uma suspeita. Os pais que combatem o tédio dos filhos talvez estejam combatendo possíveis “pensamentos impuros” –videogames, filmes, amigos, tablets e futebol, tudo contra o espantalho da masturbação, que espreita a criança entediada e solitária.

Agora, sem pensamentos impuros na criança, o que será o erotismo do adulto no qual essa criança se tornará? Um erotismo sem vida interior, talvez.

ccalligari@uol.com.br

@ccalligaris

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Mais Malalas, please!

Este sábado em meio a uma feijoada cheia de crianças me deparei com algo triste ou, no mínimo, angustiante. Ouvir uma garota de sete anos cantar: “Prepara, que agora o show das poderosas..”. Não..não quero parecer chata ou dizer “ah na minha época era diferente..as meninas tinham mais infância e bla, bla bla”.

Na realidade, acredito que na minha época também tinham essas figuras femininas sensualizadas que influenciavam o público infanto-juvenil e adolescentes em geral como as Spice Girls e Britney Spears. Mas o que me pergunto é  até quando a indústria midiática vai ficar reciclando esses modelos de erotização, de beleza, etc.?

Ando com tanta preguiça disso tudo..de ver programas de TV em que mostram meninas com cabelo cacheados fazendo chapinha…ou com sombra nos olhos de tom azul… ou em ver garotas recém-saídas da infância já usando batons em tom vermelho ou vinho (sério já vi diversas vezes no shopping!)…porque está na moda.. ou em que meninos e meninas brancas são sempre heróis… enfim..a lista é grande de padrões ridículos e preconceituosos que a mídia tem apresentado por várias gerações.

Fico me perguntando se alguns desses jovens conhecem Malala Yousafzai. Uma pasquitaneza de 16 anos que se tornou conhecida no mundo todo há cerca de um ano após ter sido baleada na cabeça por Talibãs pelo motivo de defender a educação feminina em seu país.

Ela sobreviveu ao atentado, felizmente, e hoje vive na Inglaterra com sua família. Malala foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz recentemente. No entanto, a Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq) levou a premiação deste ano.

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Ainda assim, por que não podemos ter como modelos pessoas como Malala? Não vende? É pelo fato dela ser muçulmana? Por que a mídia não vai além e vê o que há de potencial na história dessa adolescente? Por que não mostrar a relevância de se engajar desde jovem, de se desenvolver um senso crítico e político acerca das coisas..? Enfim..apenas um desabafo!

Obviamente, os pais contam com papel primordial nisso tudo. Quem é pai e mãe sabe …são os principais modelos e exemplos para os filhos. Cabe a nós orientarmos e estarmos presentes para que padrões produzidos pela indústria fonográfica, em especial, não sejam potencializados na cabeça dos pequenos.

Vamos ajudar a romper esse ciclo!

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Responsabilidade e cuidado consciente

Ando ultimamente de bico com o pediatra da minha filha. Minha filha está com um ano e dois meses e durante a última consulta senti certa ironia da parte dele quando comentei que minha filha vai mamar até dois anos..PELO MENOS!

“Até dois anos já tá bom!”. Nossa ouvir isso de um profissional que estudou anos e que tem filhos me deu nos nervos. Saí revoltada do consultório ao ouvir tal declaração. Essa não é a primeira vez que descordo dele..mas tenho consciência que hoje em dia nem sempre é fácil achar um profissional que você consiga concordar em tudo.

De qualquer forma, depois do episódio, tomei algumas decisões: vou continuar amamentando a minha filha até quando eu e ela acharmos necessário; vou acordar a noite quantas vezes for preciso só para não ter que deixá-la chorando no berço, mesmo que para o pediatra… eu esteja “deseducando” a Joana. Ah esqueci da última e mais recente decisão: começar a procurar um pediatra que eu me identifique mais e que tenha um perfil mais humanizado.

Recebi essa semana de uma amiga.. o excelente texto do site Paizinho, Vírgula e me senti tão próxima da situação descrita que decidi compartilhar.

Pediatra? Quem Manda Aqui Sou Eu!

Desde quando eu e minha esposa engravidamos, começamos a enxergar o grande problema que existe entre a sociedade e a classe médica: a relação de submissão. Submissão do paciente perante o médico, claro.

Durante a gestação, passamos por alguns ginecologistas obstetras que, como a maioria dos que estão por aí, querem mandar no corpo da mulher, subjugando seus desejos e entendimentos, com pouquíssimas exceções e, claro, excluindo os profissionais humanizados. Fomos de médico em médico, até nos darmos conta de que o modelo de parto domiciliar era o que melhor atenderia a nossa família. Acho que, inclusive, o fato de não ter um médico tentando mandar no parto contribuiu bastante para a nossa escolha.

Assim que o Dante nasceu, percebemos que esse problema cultural não acabaria ali, estendendo-se aos pediatras. Por que a maioria dos pediatras gosta de mandar nos pais, nos bebês e, principalmente, na maneira que criamos? Provavelmente porque já está entranhado neles o sentimento de que nós, pais, somos ignorantes e, portanto, incapazes de cuidar dos nossos filhos. Talvez porque apenas eles, que estudaram alguns anos sobre pediatria e medicina, com certeza entendem melhor dos nossos filhos, mesmo que a maioria deles sequer tenha filhos.

Pois bem, prezados médicos, adivinhem só? Conosco não vai ser assim.

Nós, desde o ínicio da gestação, passando pelo parto e agora na criação, nos tornamos ativistas, empoderados, engajados, entendidos e, com absoluta certeza, profundos conhecedores do nosso filho. Nós somos os novos pais que têm acesso à informação, que verificam o que você fala, que não acreditam em tudo o que você diz e que acreditam na intuição quando o “sensor aranha” dispara. Nós estamos pagando pelos seus serviços e exigimos respeito.

Nós sabemos que nós somos os maiores especialistas no nosso filho.

É preciso que todos nós, pais, tomemos consciência disso. Toda a responsabilidade pela criação e saúde dos nossos filhos está em nossas mãos, não nas mãos de um terceiro que possui centenas de outras crianças na cabeça. Nós conhecemos os nossos filhos melhor do que ninguém, e sempre que sentirmos que algo está errado, devemos confiar no nosso instinto e investigar, mesmo que um pediatra diga que está tudo bem. Há muitos casos por aí em que pediatras se enganaram e a intuição dos pais estava certa o tempo inteiro.

O modelo atual de terceirização dos cuidados do bebê é muito conveniente, para todas as partes. Para os pais, que confiam a saúde de seus filhos integralmente nos pediatras, podem se eximir de quaisquer responsabilidades, ou pelo menos é isso que eles pensam. Quem nunca ouviu isso?

– Mas o pediatra falou que meu leite estava fraco e, por isso, tive que dar fórmula!

Por outro lado, esse modelo é incrivelmente confortável para os pediatras que terão uma agenda cheia de pais “obedientes”, que farão tudo o que eles mandarem e, portanto, sem “criar problemas”. Afinal de contas, quem é que vai gostar dessas mães-índias-ativistas? Ninguém merece, né? Ah, mas o seu filho merece. Seu filho, que está aí e depende inteiramente de você, merece isso.

Então, prezado pediatra, se você receitar leite artificial para complementar a amamentação em livre demanda que está indo bem, não espere que eu vá gastar meu rico dinheirinho em latas de leite. Ainda mais se o meu filho está fazendo bastante xixi ao longo do dia, está ativo e mamando bastante na mãe dele.

Ou se você receitar um anti-ácido para o meu filho que está golfando muito, não espere que eu dê isso a ele, muito menos se a tabela que você usa para dar o diagnóstico tem uma logomarca gigante da Nestlé Nutrition. Não preciso tratar de sintomas, preciso encontrar a real causa do problema e, também, outro pediatra.

Se você me disser que meu filho tem que dormir no berço, não espere que eu vá fazer outra coisa além de ignorar você. Quem é você para indicar como a minha família deve dormir?

E também, se você resolver falar que meu filho tem que ser deixado sozinho num canto, chorando para aprender a não ser “mimado”… Bem, pode acreditar que eu não virei pai para praticar tortura chinesa com o meu filho. E pode acreditar também que eu vou falar mal de você aos quatro ventos.

Agora, se você for bacana, entender a sua posição enquanto pediatra e nos auxiliar de maneira baseada em evidências científicas, pode acreditar que farei a maior propaganda de você. Precisamos de mais pediatras humanizados e não intervencionistas, que entendam das necessidades do bebê e da família.

Não delegue a responsabilidade sobre o seu filho.

Você é o maior especialista nele.

PS: deixar um bebê chorando provavelmente não está no leque de coisas praticadas na tortura chinesa, mas bem que poderia, porque é uma baita de uma sacanagem.

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Aplicativos para crianças

No mundo de hoje a tecnologia está tão imersa em nossas vidas que nem percebemos. Apesar da necessidade de controle, as crianças já crescem em meio a muita informação, internet, celulares, computadores, tablets, etc. Os avós, tios e os próprios pais ficam impressionados pela rapidez e facilidade de aprendizado desta nova geração de pequenos!

A Apple conta com alguns aplicativos voltado para o público infantil. Uma gama variada de apps para o aprendizado das cores, do alfabeto, de matemática, dos animais e até quebra-cabeças. Alguns dos aplicativos são gratuitos!

Veja o ícone de alguns aplicativos abaixo:

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Uso da internet por crianças e jovens

redes1Em meio a uma leitura da revista Carta na Escola, publicação que reúne matérias da revista CartaCapital com temas da atualidade para debate em sala de aula, me deparei com um texto bem interessante sobre o uso da internet por crianças e jovens no Brasil. A reportagem (leia na íntegra) destaca a pesquisa “TIC Kids Online Brasil 2012 – O Uso da Internet por Crianças e Adolescentes no Brasil“, em que foi comprovado que  o primeiro acesso à internet no País acontece, em média, entre os nove e dez anos de idade.

O estudo realizado pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação aponta ainda as dificuldades das escolas em se adequarem ao perfil desses jovens antenados e que buscam métodos de aprendizagem além das abordagens pedagógicas convencionais. Outro ponto interessante destacado na matéria é a dispariedade da inclusão digital no Brasil e como isso tem influenciado no acesso democrático à internet.

“A inclusão digital de jovens não depende da aplicação da tecnologia a políticas pedagógicas somente. É possível até mesmo dizer que nisto não há muita diferença entre escolas públicas e privadas, pois as privadas podem até estar mais à frente no sentido de ensinar os alunos a manipular o computador, mas também não utilizam os recursos digitais para criar novas propostas de ensino, como utilizar um game para resolver uma equação de segundo grau”, explica Regina de Assis, mestre e doutora em Educação pela Universidade de Harvard e pela Universidade de Colúmbia e consultora em mídia e educação. (Trecho da reportagem da revista Carta na Escola). 

Falando agora da pesquisa, de forma mais detalhada, um ponto que me chamou a atenção foi o tópico “Uso Seguro da Internet”, que fornece dicas e recomendações para pais e responsáveis sobre como ajudar crianças e adolescentes a adotarem uma postura preventiva. Eis um trecho do estudo a seguir:

O primeiro passo para se prevenir dos riscos relacionados ao uso da Internet é estar ciente de que ela não é “virtual”. Tudo o que ocorre ou é realizado por meio da Internet é real: os dados são reais, e as empresas/pessoas com as quais interagimos são as mesmas que estão fora dela.
Desta forma, os riscos aos quais estamos expostos ao usá-la são os mesmos presentes em nosso dia a dia, e os golpes que são aplicados por meio dela são similares àqueles que ocorrem na rua ou por telefone (Retirado das págs. 70 e 71 da pesquisa em – “Recomendações de Segurança”). 

[…]

Algumas atitudes que pais ou responsáveis podem tomar para proteger seus filhos dos riscos de uso da Internet são:
• Manter o computador em um local público da casa (por exemplo, na sala ou próximo à cozinha). Assim, mesmo a distância, é possível observá-los, orientá-los e participar juntamente com eles das atividades;
• Configurar a função “controle para pais” disponibilizado em alguns sistemas para tentar evitar que os filhos tenham contato com conteúdo indevido;
• Alguns jogos bastante apreciados pelos filhos permitem que você controle as ações que eles podem tomar e podem auxiliá-lo a protegê-los 

Para quem quiser se aprofundar no tema desse estudo é bem interessante e traz diversos indicadores sobre local, frequência e atividades realizadas pela internet por crianças e adolescentes, dentre outros assuntos como a importância da implementação de políticas públicas voltadas para a inclusão digital. Se tiver um tempo, vale muito a leitura!