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DIY: Atividade sensorial para crianças – Faça Você Mesma!

colorindo arroz

Gente muito simples essa brincadeira para crianças. Além de ajudar no aprendizado das cores também estimula o sentido do tato. Pode ser feito tanto com arroz como com areia.

Materiais:

Arroz Branco ou Areia

Peneira

5 sacolas plásticas

5 corantes para comida, em diferentes cores

Colheres

Papel-toalha

Água

Passo-a-passo:

Coloque a peneira na abertura das sacolas plásticas e encha-as com areia. Deste jeito você retirará qualquer tipo de restos, como pedras ou conchas que tenham ficado nela. Para quem for usar o arroz não é necessário usar a peneira. Basta colocar o arroz diretamente nos saquinhos.

Depois adicione algumas gotas do corante para comidas em cada uma das sacolas. Adicione um pouco de água, mas não muita, para que o material utilizado possa absorver corretamente o corante.

Depois feche a sacola e mexa a areia/o arroz para que fique completamente colorida (o) . Deixe pousar durante meia hora.

Passado esse tempo, coloque o conteúdo de cada sacola sobre papel-toalha para assim secar. Deixe secando durante um dia e depois já ficará pronta para brincar com a criançada.

Fonte: Site oartesanato.com

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Aplicativos para crianças

No mundo de hoje a tecnologia está tão imersa em nossas vidas que nem percebemos. Apesar da necessidade de controle, as crianças já crescem em meio a muita informação, internet, celulares, computadores, tablets, etc. Os avós, tios e os próprios pais ficam impressionados pela rapidez e facilidade de aprendizado desta nova geração de pequenos!

A Apple conta com alguns aplicativos voltado para o público infantil. Uma gama variada de apps para o aprendizado das cores, do alfabeto, de matemática, dos animais e até quebra-cabeças. Alguns dos aplicativos são gratuitos!

Veja o ícone de alguns aplicativos abaixo:

early-learning-abc-apps

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Já nasceu?! É mudança que não acaba mais…

Depois que me tornei mãe e várias amigas também..um assunto recorrente tem sido a dificuldade dos maridos em assimilar a nova tarefa. Do outro lado, os papais de primeira viagem se defendem e dizem que são tantas as mudanças na vida do casal e nas prioridades que às vezes fica difícil de assimilar tudo tão rapidamente.

Minha experiência não foi diferente. Tanto eu (sim, me incluo nesta!!) quanto o meu marido tivemos um choque de realidade com a chegada da Joana. Comigo o choque não foi tão grande porque a mãe leva nove meses gerando um bebezinho ..acontecem mudanças físicas e emocionais..tudo ao mesmo tempo. Com os papais, apesar de também estarem “grávidos” (leia aqui sobre alguns mitos sobre a paternidade), às vezes a ficha só cai mesmo quando o filho nasce. Aí vem uma avalanche de sentimentos de uma só vez para os coitados assimilarem!

A partir daí é que acredito que a paternidade realmente começa a aflorar…para uns esse processo é mais rápido e para outros demora um pouco mais. Artur sempre me ajudou com a Joana, mas, algumas vezes, eu morta de cansada e exausta por conta das noites mal dormidas em consequência das cólicas e amamentação exclusiva…ainda tinha que ouvir no outro dia do maridão: “Ah amor, você não pode trocar essa fralda pra mim? “. Nossa, subia o sangue!

Como qualquer casal…tivemos nossas discussões, mas aos poucos as coisas foram melhorando e com o tempo ele foi entendendo que a vida mudou e que não importasse nossas condições, se estávamos cansados, felizes ou tristes, com saúde ou doentes..a nossa filha precisava da gente e só podia contar conosco!

Algo que auxiliou muito a nossa família no entendimento dessas mudanças de prioridades e determinação de papeis foi o livro de Laura Gutman (clique aqui para saber mais). A intenção do livro não é ser um manual, mas a autora demonstra a importância, por exemplo, do papel do pai (ou qualquer outra pessoa que desempenhe essa função) na separação emocional de mãe e filho, o que segundo Gutman, acontece por volta dos dois anos de idade da criança.

Com esse último Dia dos Pais fiz uma retrospectiva aqui na minha cabeça de como estamos mais unidos e em sintonia. Eu já sabia que Artur seria um paizão, mas me surpreendo a cada dia em como ele é intuitivo.. às vezes até mais do que eu..e de como é presente e participativo na vida da Joana..mesmo quando está longe e viajando está sempre antenado com a rotina dela. Me pergunta se ela tomou a vacina direitinho e como foi o dia dela.

Fico radiante em ver isso tudo porque sei que no mundo de hoje..ser pai e mãe..de maneira realmente participativa na vida dos filhos está cada vez mais difícil. Muitas vezes as pessoas não querem abrir mão de suas vidas, profissional, etc, pelos filhos. É claro que é necessário um equilíbrio: buscar a realização pessoal, mas sem esquecer dos filhos..de dar amor e, principalmente, valores.

Ter filhos é muita doação e renúncia.. tanto do pai quanto da mãe. Realmente é difícil de entender tantas mudanças com o nascimento deles, mas felizmente acho que aqui em casa entendemos essa lição. Que venham as próximas!!

Dedico este post aos grande amores da minha vida…

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Uso da internet por crianças e jovens

redes1Em meio a uma leitura da revista Carta na Escola, publicação que reúne matérias da revista CartaCapital com temas da atualidade para debate em sala de aula, me deparei com um texto bem interessante sobre o uso da internet por crianças e jovens no Brasil. A reportagem (leia na íntegra) destaca a pesquisa “TIC Kids Online Brasil 2012 – O Uso da Internet por Crianças e Adolescentes no Brasil“, em que foi comprovado que  o primeiro acesso à internet no País acontece, em média, entre os nove e dez anos de idade.

O estudo realizado pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação aponta ainda as dificuldades das escolas em se adequarem ao perfil desses jovens antenados e que buscam métodos de aprendizagem além das abordagens pedagógicas convencionais. Outro ponto interessante destacado na matéria é a dispariedade da inclusão digital no Brasil e como isso tem influenciado no acesso democrático à internet.

“A inclusão digital de jovens não depende da aplicação da tecnologia a políticas pedagógicas somente. É possível até mesmo dizer que nisto não há muita diferença entre escolas públicas e privadas, pois as privadas podem até estar mais à frente no sentido de ensinar os alunos a manipular o computador, mas também não utilizam os recursos digitais para criar novas propostas de ensino, como utilizar um game para resolver uma equação de segundo grau”, explica Regina de Assis, mestre e doutora em Educação pela Universidade de Harvard e pela Universidade de Colúmbia e consultora em mídia e educação. (Trecho da reportagem da revista Carta na Escola). 

Falando agora da pesquisa, de forma mais detalhada, um ponto que me chamou a atenção foi o tópico “Uso Seguro da Internet”, que fornece dicas e recomendações para pais e responsáveis sobre como ajudar crianças e adolescentes a adotarem uma postura preventiva. Eis um trecho do estudo a seguir:

O primeiro passo para se prevenir dos riscos relacionados ao uso da Internet é estar ciente de que ela não é “virtual”. Tudo o que ocorre ou é realizado por meio da Internet é real: os dados são reais, e as empresas/pessoas com as quais interagimos são as mesmas que estão fora dela.
Desta forma, os riscos aos quais estamos expostos ao usá-la são os mesmos presentes em nosso dia a dia, e os golpes que são aplicados por meio dela são similares àqueles que ocorrem na rua ou por telefone (Retirado das págs. 70 e 71 da pesquisa em – “Recomendações de Segurança”). 

[…]

Algumas atitudes que pais ou responsáveis podem tomar para proteger seus filhos dos riscos de uso da Internet são:
• Manter o computador em um local público da casa (por exemplo, na sala ou próximo à cozinha). Assim, mesmo a distância, é possível observá-los, orientá-los e participar juntamente com eles das atividades;
• Configurar a função “controle para pais” disponibilizado em alguns sistemas para tentar evitar que os filhos tenham contato com conteúdo indevido;
• Alguns jogos bastante apreciados pelos filhos permitem que você controle as ações que eles podem tomar e podem auxiliá-lo a protegê-los 

Para quem quiser se aprofundar no tema desse estudo é bem interessante e traz diversos indicadores sobre local, frequência e atividades realizadas pela internet por crianças e adolescentes, dentre outros assuntos como a importância da implementação de políticas públicas voltadas para a inclusão digital. Se tiver um tempo, vale muito a leitura!